O Professor enquanto representante do ensino-aprendizagem deve se comportar horizontalmente, como dizia Paulo Freire. Tudo o que for "humano" deve ser discutido em sala de aula, de forma a desafiar caminhos de reflexão e transformação social.
O professor, aqui tomado em especial, o de Língua Portuguesa, como formador de opinião, deve orientar seu aluno quanto à competência comunicativa para que o uso da língua se adapte ao contexto.
A linguagem deve se adequar conforme o ambiente e ocasião. Na internet, por exemplo, usos de abreviações e imagem que viabilizem a rapidez das conversações são permissíveis. Essa licença é concedida pelo que se pode chamar de "Internetês", o que permite que a escrita se assemelhe a fluência da fala, através dos artifícios aqui já mencionados.
Enfim, o que precisa ficar claro para o aluno é a adequação da linguagem à cada situação, uma redação escolar, um texto científico e outras construções textuais, que exijam um tom solene, culto e normativo, não admitem essas variações virtuais, porque cada texto é delimitado por características próprias no que concerne gênero textual.