Há tempos a população vem sendo alertada sobre as más consequências do aquecimento global. As discussões relacionadas a esse problema têm aumentado depois que o IPCC (principal órgão responsável pela avaliação e divulgação de pesquisas sobre o tema), teve sua credibilidade abalada por denuncias de manipulação de dados e erros. Sendo assim o Brasil deve continuar seguindo as orientações do IPCC ou deve priorizar o desenvolvimento econômico?
Em contrapartida, alguns países valorizam unicamente o desenvolvimento econômico em detrimento do desenvolvimento sustável. As justificativas dessa medida se tornaram mais aceitáveis com a comprovação do exagero de certas teorias catastróficas. Porém, ainda que falsas essas teorias servissem para aumentar o interesse da população em seguir medidas para a defesa do meio-ambiente.
No Brasil, segundo relatório do IPCC, partes da Amazônia poderiam virar savana e que até 25% da floresta iriam desaparecer até 2080. Também haveria risco de que 75% das fontes de água do nordeste brasileiro tinham chances de desaparecer. Tais avisos fizeram com que o Brasil investisse na fiscalização contra o desmatamento e em pesquisas a respeito de fontes de energia renováveis e menos poluentes. Junto á isso, o Brasil teve de diminuir o ritmo industrial para que fossem reduzidas às emissões de gases poluentes na atmosfera. De certa forma, esses alardes serviram para que fosse dada maior atenção e também maiores investimentos em fontes alternativas de energia ocorreram graças aos relatórios feitos pelo IPCC, sendo ele exagerado ou não.
Sendo assim, o Brasil deve continuar no mesmo ritmo e não deixar que esses escândalos do IPCC diminuam a preocupação com o meio ambiente, pois assim continuará a crescer economicamente, como de fato está, e ainda permanece cuidando de sua maior riqueza, a natureza.