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| | A concorrência injusta e o poder de seleção das universidades | |
| | Autor | Mensagem |
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leosueiro123
Mensagens: 66 Data de inscrição: 29/01/2012
 | Assunto: A concorrência injusta e o poder de seleção das universidades Dom Ago 19, 2012 2:44 pm | |
| TEMA(no final): http://www.curso-objetivo.br/vestibular/resolucao_comentada/fgvsp/2010_2_administracao/FGV2010_2_administracao_prova.pdf
Título: A concorrência injusta e o poder de seleção das universidades
As cotas univesitárias, a saber, a reserva de vagas a candidatos com baixa renda ou pertencentes a grupos historicamente excluídos, são criticadas, por alguns, por serem uma "violação da meritocracia", ou seja, argumentam que o ingresso no ensino superior deve ser feito prestigiando a igualdade entre os concurseiros. Essa igualdade, entretanto, não passa de uma "ilusão", pois pretende-se equparar pessoas que não tiveram as mesmas oportunidades.
Como é possível, em um país com grandes disparidades sócio-econômicas, haver igualdade durante a concorrência de vagas de uma universidade? É óbvio que a seleção dos vestibulares exclui a parte da população que não teve acesso a uma educação de qualidade, o que não é excessão no Brasil, haja vista a precariedade do ensino público. Os "anti-cotas" alegam que um cotista, cujo ingresso também é feito através dos mesmos exames que os outros candidatos, retirará a vaga de outros. Isso pode ser resolvido simplesmente aumentando as vagas nos cursos, mantendo intocáveis as demais.
Após ingressarem na vida acadêmica, aos cotistas serão exigidas as mesmas dificuldades que aos outros estudantes. A universidade tem amplas condições de selecionar os bons alunos durante seu curso. E mesmo que, por falta de competência, não consiga, o mercado de trabalho se encarregará disso. Ninguém contratará um médico ou um engenheiro incompetente.
Portanto, enquanto o Brasil se mantém como um país altamente contraditório, com um altíssimo coeficiente de gini, ou seja, com grande diferença de renda, com ricos e pobres separados por um abismo, é necessária sim uma correção, durante o ingresso na universidade, da desiguldade de oportunidades que marca o Brasil.
Última edição por leosueiro123 em Dom Ago 19, 2012 2:53 pm, editado 1 vez(es) |
|  | | ffabiomelo
Mensagens: 58 Data de inscrição: 26/05/2012
 | Assunto: Re: A concorrência injusta e o poder de seleção das universidades Dom Ago 19, 2012 2:49 pm | |
| Título: A concorrência injusta e o poder de seleção das universidades As cotas univesitárias, a saber, a reserva de vagas a candidatos com baixa renda ou pertencentes a grupos historicamente excluídos, são criticadas, por alguns, por serem uma "violação da meritocracia", ou seja, argumentam que o ingresso no ensino superior deve ser feito prestigiando-se a igualdade entre os concurseiros. Essa igualdade, entretanto, não passa de uma "ilusão", pois pretende-se equparar[equiparar] pessoas que não tiveram as mesmas oportunidades. [sua introdução ficou com MUITAS vírgulas, isso acaba com a estética onde for aposto você pode usar "-", de uma olhada onde realmente precisa de vírgula. Como é possível, em um país com grandes disparidades sócio-econômicas, haver igualdade entre as pessoas que concorrem a vagas de uma universidade? É óbvio que a seleção dos vestibulares exclui a parte da população que não teve acesso a uma educação de qualidade, o que não é excessão[exceção] no Brasil, haja vista a precariedade do ensino público. Os "anti-cotas" alegam que um cotista, cujo ingresso também é feito através dos mesmos exames que os outros candidatos, retirará a vaga de outros. Isso pode ser resolvido simplesmente aumentando as vagas nos cursos, mantendo intocáveis as demais. Após ingressarem na vida acadêmica, aos cotistas serão exigidas as mesmas dificuldades que aos outros estudantes. A universidade tem amplas condições de selecionar os bons alunos durante seu curso. E mesmo que, por falta de competência, não consiga, o mercado de trabalho se encarregará disso. Ninguém contratará um médico ou um engenheiro incompetente.[voce atacou muito aqui, calma kkk] Portanto, enquanto o Brasil se mantém como um país altamente contraditório, com um altíssimo coeficiente de gini, ou seja, com grande diferença de renda, com ricos e pobres separados por um abismo, é necessária sim uma correção, durante o ingresso na universidade, da desiguldade de oportunidades que marca o Brasil.[gostei ficou boa a conclusão] Muito boa sua redação, algumas coisas podem ser melhoradas Nota 9 corrija a minha? http://capaciteredacao.forum-livre.com/t2618-sustentabilidade-deem-suas-opinioes-por-favor-com-nota2 |
|  | | Fernando Ribeiro
Mensagens: 29 Data de inscrição: 18/08/2012
 | Assunto: Re: A concorrência injusta e o poder de seleção das universidades Dom Ago 19, 2012 4:43 pm | |
| Título: A concorrência injusta e o poder de seleção das universidades
As cotas univesitárias, a saber, a reserva de vagas a candidatos com baixa renda ou pertencentes a grupos historicamente excluídos, são criticadas, por alguns, por serem uma "violação da meritocracia", ou seja, argumentam que o ingresso no ensino superior deve ser feito prestigiando a igualdade entre os concurseiros. Essa igualdade, entretanto, não passa de uma "ilusão", pois pretende-se equparar pessoas que não tiveram as mesmas oportunidades.
Como é possível, em um país com grandes disparidades sócio-econômicas, haver igualdade durante a concorrência de vagas de uma universidade? É óbvio que a seleção dos vestibulares exclui a parte da população que não teve acesso a uma educação de qualidade, o que não é excessão no Brasil, haja vista a precariedade do ensino público. Os "anti-cotas" alegam que um cotista, cujo ingresso também é feito através dos mesmos exames que os outros candidatos, retirará a vaga de outros. [color=red]Isso pode ser resolvido simplesmente aumentando as vagas nos cursos (como o governo aumentará as vagas?), mantendo intocáveis as demais.
Após ingressarem na vida acadêmica, aos cotistas serão exigidas as mesmas dificuldades que aos outros estudantes. A universidade tem amplas condições de selecionar os bons alunos durante seu curso. E mesmo que, por falta de competência, não consiga, o mercado de trabalho se encarregará disso. Ninguém contratará um médico ou um engenheiro incompetente.
Portanto, enquanto o Brasil se mantém como um país altamente contraditório, com um altíssimo coeficiente de gini, ou seja, com grande diferença de renda, com ricos e pobres separados por um abismo, é necessária sim uma correção (que tipo de correção? Como realizá-la?), durante o ingresso na universidade, da desiguldade de oportunidades que marca o Brasil.
O seu texto ficou bom, mas deveria reforçar mais os seus argumentos e realmente propor uma solução possível e eficiente para o problema abordado. Nota: 8,0 Corrija a minha redação: Meio ambiente - os desafios do desenvolvimento sustentável. |
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