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 Quem julga sem equilibrar lucidez e sensibilidade não alcança a justiça.

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Data de inscrição: 20/10/2013

MensagemAssunto: Quem julga sem equilibrar lucidez e sensibilidade não alcança a justiça.   Dom Out 20, 2013 4:47 pm


Muita gente vê como opção compulsória a decisão entre “julgar com a cabeça” e “julgar com o coração”.
Nesses termos, razão e sentimento tornam-se incompatíveis. O homem deveria reconhecer e homenagear sua complexidade, jamais admitindo essa drástica separação, pela qual tanto o sentimento como a razão saem diminuídos.
• Levando em conta o que afirma esse texto, redija uma dissertação em que você se posicionará, de modo claro e coerente, diante do seguinte tema:

Quem julga sem equilibrar lucidez e sensibilidade não alcança a justiça.

Redação:

Em toda situação em que o homem se vê diante da necessidade de um julgamento, a conciliação entre motivos racionais e emocionais deveria ser preocupação constante. A ausência dessa ponderação pode diminuir a inquestionabilidade do “processo decisório”.
As ações humanas quando pautadas em motivações apenas sentimentais aumentam as chances de fracasso no que diz respeito ao bem estar das partes envolvidas, pois, dessa forma, há o desprezo de melhores alternativas. Uma mãe, por exemplo, diante da incógnita de internar ou não um filho dependente químico, se agir tão somente de forma emocional, certamente optará por não vê-lo distante e recluso a uma clínica. Neste caso, uma decisão correta significaria a internação, e ainda a valorização do sentimento de estar fazendo o melhor, que seria a busca da recuperação do indivíduo em questão.
Não menos equivocadas são as decisões tomadas levando-se em consideração apenas a razão. Quando se decide sem sensibilidade não há a obtenção de um pleno contentamento. Uma questão bastante clara é a ocasião em que um juiz, diante de pais com situações econômicas distintas e que lutam pela guarda do filho, decide favoravelmente àquele com maior poder aquisitivo, não levando em conta a importância do relacionamento afetivo. Neste caso, uma vida financeira estável pode não significar felicidade e formação adequada.
A razão e a emoção devem nortear juntas as atividades do homem de tal forma que não haja dúvida quanto ao atingimento da melhor decisão. Ao contrário do que normalmente é proferido, “decidir com a cabeça” e “decidir com o coração” ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade de acertos em situações complexas.
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